Problemas técnicos, meteorologia ou fenómenos de estranha natureza… mas que raio me atingiu para isto andar tão parado?
O Imperador gozava de um sucesso enorme entre o sexo oposto, e o facto de ser extremamente parecido com o actor de Bollywood Hritik Roshan tê-lo-á ajudado, por variadíssimas vezes… a facturar.
Ora vamos lá a retomar a aventura… entre preguiça, passeios e pressas, começo a ficar sem desculpas para mais demoras nos relatos. Onde é que íamos, portanto?
…o S. Valentim contagiou o “Tudo é Possível”, e não resisto a publicar mais algumas fotos alusivas ao espírito.
Mais conservador ou mais “prá frentex”, o Amor com “A” maiúsculo não repara na cor da pele, não liga a deuses nem rituais, não quer saber de etiquetas e marcas de roupa, não escolhe idade nem sexo, não tem horários, não segue modas.
Na capital do yoga, devia ser o único estrangeiro que não fazia meditação, que não foi alinhar os shakras, que não fez yoga. Não que tenha alguma coisa contra… mas sou preguiçoso e, para mim, bastou-me não fazer nada para alinhar fosse-o-que-fosse que precisasse de alinhar.
Eis dois exemplos de criativos com muita… muita lata.
Demora cerca de 10 anos para pesquisar, desenvolver e introduzir uma nova rosa no mercado.
Uma das vitrines que mais me surpreendeu no Museu de Chandigarh foi a que mostrava antigos baralhos de cartas.
Os muçulmanos indianos acreditam que 786 é o número de Deus. E que dá sorte!
Realizado em 2005 por Sanjay Leela Bhansali, este filme conta a história de uma rapariga muda, surda e cega… e de um professor-mágico que vai entregar-se à missão de lhe ensinar a comunicar com o mundo à sua volta.
Amitabh Bachchan, “o grande B” em pessoa, a estrela maior numa constelação bem brilhante que é Bollywood, tem um papel excepcional, só ultrapassado pela própria Rani Mukherjee, os seus olhos verdes que podem mudar o curso da História e a voz rouca que quebra corações por onde ecoa… a fotografia… e a banda sonora… Este é, sem dúvida, o meu filme preferido de Bollywood, apesar de não ser bem um filme de Bollywood.
E foi filmado em Shimla, a cidade que está em foco hoje e amanhã no Tudo é Possível.
Recomendo!
Uns amigos meus de Bombaim resolveram responder à pergunta que está na boca de todos os indianos: Why this kolaveri Di?, que quer dizer qualquer coisa do género “porque é que foste tão má para mim?” Muito giro.
~ Rudyard KiplingA Índia é um lugar que vai além de todos os outros, onde não se pode levar nada muito a sério – excepto o sol do meio-dia.
Copyright 2011. Jorge Vassallo. Ilustração: Vanessa Teodoro